segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

COMBINAÇÃO DE CORES



Cores que combinam com Azul: azul cobalto, marrom, preto, cinza, bege, café, verde e branco.

Cores que combinam com o Amarelo: roxo, vermelho, cinza, preto, marinho, branco, marrom, azul e bege.

Cores que combinam com Bege: preto, branco, marinho, verde cana, marrom, vinho, azul, laranja e amarelo.

Cores que combinam com Azul Bic: vermelho, bege, preto, branco, marrom e chumbo.

Cores e combinam com Branco: mostarda, café, marrom, vinho, bege, marinho, amarelo, cinza, coral e azul cobalto.

Cores que combinam com Cinza: amarelo, vermelho, terra, preto, chumbo, rosa e azul.

Cores que combinam com Laranja: cinza, bege, marrom, verde, amarelo, vinho, marinho, caramelo e preto.

Cores que combinam com Marrom: amarelo, bege, roxo, goiaba, telha, branco, azul, cinza, vermelho e dourado.

Cores que combinam com Marinho: roxo, cinza, chumbo, preto, branco, vermelho, vinho, marrom, verde, amarelo, bege, azul cobalto e dourado.

Cores que combinam com Mostarda: marrom, preto, bege, laranja e branco.

Cores que combinam com Preto: cinza, marinho, vinho, branco, rosa, amarelo, chumbo, vermelho, marrom, mostarda e nude.

Cores que combinam com Roxo: vinho, marrom, bege, verde, vermelho, rosa, azul, cinza e preto.

Cores que combinam com Rosa: cinza, chumbo, preto, marinho e branco.

Cores que combinam com Verde: marrom, bege, preto, roxo, vinho e marinho.

Cores que combinam com Vermelho: marinho, marrom, preto, bege, cinza e café.

Cores que combinam com Vinho: marinho, cinza, marrom e café.

FIGURINO



O figurino é a arte que dá vida às quadrilhas juninas. Nos festivais, ele toma conta do olhar do público e jurados. Seja retratando os típicos personagens regionais ou trazendo o que há de mais contemporâneo, é ele que conta a história da quadrilha e que dá vida às apresentações, entrando no imaginário de crianças e adultos de todas as idades.  Repense no tipo de tecido a ser utilizado, nos adereços e detalhes na hora de suas criações para que o orçamento seja facilitado.

INTRODUÇÃO



O figurino para quadrilha junina costuma sempre ser um item que não pode faltar no mês junino. As roupas são coloridas, estampadas com detalhes diferentes.
Foi repensando nesse contexto que decidi criar este BLOG, para dar suporte para quem quer criar seu próprio figurino. O BLOG serve como sugestão com vários croquis bases para embasar a criatividade na criação de trajes juninos, quadrilhas juninas, seja ela roceira ou moderna e também para quem deseja criar trajes para participar do festejo de São João. Além de sugerir dicas importantes para quem quer ingressar nesse mundo maravilhoso e cheio de encantos.
Tendo em vista que as quadrilhas juninas trazem beleza, cores e tradição. Para conseguir esse efeito e enriquecer ainda mais os trajes juninos, o livro apresenta alguns detalhes bastante utilizados, com sugestões de chapéus masculinos e cabeças femininas para que os desenhistas possam utilizá-lo como suportes para várias criações.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

CROQUIS JUNINOS - DESIGNER DE INDUMENTARIA: ORLANDO JÚNIOR












domingo, 6 de maio de 2012

CROQUIS JUNINOS - DESIGNER DE INDUMENTÁRIA: ORLANDO JÚNIOR
















quarta-feira, 2 de maio de 2012

MODELO CRIADO PARA UMA COLEGA DE SANTO ANTONIO DO TAUÁ

                                                   INDUMENTARIA JUNINA DE NOIVA 
MODELO CRIADO PARA UMA MENINA QUE VAI COMPLETAR 15 ANOS NO MES DE JUNHO.
VESTIDO JUNINO DA MINHA COLEGA LUCIANA

terça-feira, 1 de maio de 2012

A QUADRILHA JUNINA, MATUTA OU CAIPIRA


É uma dança típica das festas juninas, dançada, principalmente, na região Nordeste do Brasil. É originária de velhas danças populares de áreas rurais da França (Normandia) e da Inglaterra. Foi introduzida no Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro, possivelmente em 1820, por membros da elite imperial. Durante o Império, a quadrilha era a dança preferida para abrir os bailes da Corte. Depois popularizou-se saindo dos salões palacianos para as ruas e clubes populares, com o povo assimilando a sua coreografia aristocrática e dando-lhe novas características e nomes regionais.

No sertão do Nordeste encontrou um colorido especial, associando-se à música, aos fogos de artifícios e à comida da Região. Como as coreografias eram indicadas em francês, o povo repetindo certas palavras ou frases levou também à folclorização das marcações aportuguesadas do francês, o que deu origem ao matutês, mistura do linguajar matuto com o francês, que caracteriza a maioria dos passos da quadrilha junina. A criatividade popular encarregou-se de acrescentar novos passos como Olha a chuva! É mentira, A Ponte quebrou, Nova ponte, Caminho da roça e também outros figurantes como os do casamento matuto: o noivo e a noiva, o padre, o pai da noiva, o sacristão, o juiz e o delegado. O casamento matuto, hoje associado à quadrilha é a representação onde os jovens debocham com malícia da instituição do casamento, da severidade dos pais, do sexo pré-nupcial e suas conseqüências, do machismo. O enredo é quase sempre o mesmo com poucas variantes: a noiva fica grávida antes do casamento e os pais obrigam o noiva a casar. Este se recusa, sendo necessário a intervenção da polícia. O casamento é realizado com o padre e o juiz, sob as garantias do delegado e até de soldados. A quadrilha é o baile em comemoração ao casamento. O enredo é desenvolvido em linguagem alegórica, satirizando a situação com humor e carregando no sotaque do interior.

Os passos e a movimentação dos pares da quadrilha em subgrupo, rodas, filas, travessias e outras figurações são ensaiados nos fins de tarde ou à noite, durante os fins de semana do período preparatório. O marcador da quadrilha, que anuncia os passos, poderá ou não fazer parte da dança. É escolhido entre os mais experientes membros do grupo ou é uma pessoa convidada para esse fim. Rapazes e moças em fila indiana vestidos com roupas típicas do matuto do interior, em pares alternados, braços para baixo, colocam-se frente a frente (vis a vis) aguardam a música da orquestra, que é normalmente composta por zabumba ou bombo, sanfona e triângulo e que o marcador comece a gritar a quadrilha:

Anavantur (em avant tout) - anarriê (em derrière) - balancê (balancer) - travessê de cavalheiros (travesser) - travessê de damas - travessê geral - granmuliné - otrefoá (autrefois) - grande roda - damas ao centro - damas à direta e cavalheiros à esquerda e vice-versa - preparar para a cesta - olha a cesta - desmanchar - grande roda à esquerda - passeio na roça - avanço de damas e cavalheiros - preparar para a chuva - é mentira - olha a chuva - choveu - passou - seus lugares. Balancê - moinho - lacinho do amor à direita e à esquerda - seus lugares - balancê - preparar um pequeno galope - balancê - anavantur - preparar o grande túnel - começar - anarriê - seus lugares. Balancê - preparar para o grande galope - começar - desmanchar - balancê - passeio a dois - retournê - seus lugares. Anavantur - anarriê - passeio na roça pelo meio - damas para um lado - anavantur - preparar para o serrote - passeio na roça com roda - passeio do amor à esquerda - retournê - seus lugares. Preparar para o desfile - primeiro as damas - agora os cavalheiros - seus lugares - preparar para o galope - começar - seus lugares. Changê de damas - changê de cavalheiros - anavantur - anarriê - balancê - grande roda - preparar para o granchê - começar - retournê, grande roda à direita e à esquerda - preparar para o túnel - começar - grande roda - balancê na grande roda - preparar para o caracol - começar - retirê – c’est fini.